Eu não tenho certeza de quanto tempo se passou quando tive a notícia mais chocante até ali. Dentro do banheiro do quarto da minha mãe ela me olhou nos olhos e disse "minha menstruação está atrasada, acho que estou grávida". Como sempre fiz, sorri, acenei e concordei. Só isso. Aí eu me aprofundei mais ainda na vida de Danilo, joguei em cima dele tudo o que deveria ter jogado na lama ou em qualquer outro lugar, menos em um ser humano. Depositei muita responsabilidade em cima dele. Não queria perde-lo. Então comecei a desejar uma gravidez também. Eu queria e não queria ao mesmo tempo. Nunca fui muito responsável com essa coisa de remédio e, pra piorar, tomava tudo junto: anticoncepcional, analgésico, antibiótico... Acho que nenhum deles fazia efeito de verdade. Acabavam se anulando. Quando dei por mim, também estava grávida. Enfrentei a negação, o choro e a depressão sozinha. Não queria dar a mão pra ninguém. Estraguei a vida da única pessoa que estava me ajudando. Ele não aceitava muito bem quando eu contava pras pessoas. Fui morar com Danilo, mas não deu muito certo. Moramos na casa dos pais dele. Eu nunca tinha passado uma vassoura na casa, mal mal arrumava minha cama pela manhã e, se você acha que menstruação dá sono é por que nunca esteve grávida. Eu passei mal metade da minha gravidez e a outra metade dormi! A família dele fez o inferno na minha vida, começando por se meter na minha relação, passando por falar mal de mim pelas costas
Ser feliz, sorrir e acreditar...
terça-feira, 26 de março de 2013
O seguimento...
Com a cabeça que tenho hoje, reflito que deveria ter arrumado um emprego, me empenhado mais, ajudado mais e grudado menos. Todo mundo enxergava meus erros, menos eu. Mas é complicado enxergar qualquer erro quando se está depressiva. As pessoas viam meus sorrisos e minha risadas, mas ninguém percebia que era uma máscara. A única coisa que se passava em minha cabeça naquele momento era entrar em baixo de um caminhão e fazer de tudo para não sair com vida. Na minha cabeça eu tinha perdido tudo, por que fui criada com os melhores e mais diversos bens materiais, não tê-los mais disponíveis era cortante, massacrante. Ver minha mãe feliz com outro, era torturante, mas eu não queria ter que admitir isso, por que a queria feliz de verdade, mas não é por isso que foi fácil. Deveria ter sido fácil Então, pra não ter que me deparar com essa situação todos os dias, passava os fins de semana na casa que alugamos levando sempre o maior número de pessoas para dormir lá e durante a semana ficava na casa de Danilo ou vagava por aí com alguém, ou ficava na faculdade(mesmo sem estudar lá) com uns amigos. Isso pesou a minha relação. Tanto amorosa, quanto familiar ou qualquer tipo de relação que eu tinha com as pessoas. A minha mãe continuava a frequentar a casa do meu pai, na esperança de que conseguíssemos alguma coisa que nos fosse justa,sabe. Mas a situação de lá depois que saímos foi de mal a pior. Depois de algum tempo meu pai me perdoou e voltou a falar comigo, e isso fez eu me sentir um pouco melhor. Mas meu pai estava doente e eu não quis acreditar, minha mãe nunca me deixou acreditar que fosse verdade.
Eu não tenho certeza de quanto tempo se passou quando tive a notícia mais chocante até ali. Dentro do banheiro do quarto da minha mãe ela me olhou nos olhos e disse "minha menstruação está atrasada, acho que estou grávida". Como sempre fiz, sorri, acenei e concordei. Só isso. Aí eu me aprofundei mais ainda na vida de Danilo, joguei em cima dele tudo o que deveria ter jogado na lama ou em qualquer outro lugar, menos em um ser humano. Depositei muita responsabilidade em cima dele. Não queria perde-lo. Então comecei a desejar uma gravidez também. Eu queria e não queria ao mesmo tempo. Nunca fui muito responsável com essa coisa de remédio e, pra piorar, tomava tudo junto: anticoncepcional, analgésico, antibiótico... Acho que nenhum deles fazia efeito de verdade. Acabavam se anulando. Quando dei por mim, também estava grávida. Enfrentei a negação, o choro e a depressão sozinha. Não queria dar a mão pra ninguém. Estraguei a vida da única pessoa que estava me ajudando. Ele não aceitava muito bem quando eu contava pras pessoas. Fui morar com Danilo, mas não deu muito certo. Moramos na casa dos pais dele. Eu nunca tinha passado uma vassoura na casa, mal mal arrumava minha cama pela manhã e, se você acha que menstruação dá sono é por que nunca esteve grávida. Eu passei mal metade da minha gravidez e a outra metade dormi! A família dele fez o inferno na minha vida, começando por se meter na minha relação, passando por falar mal de mim pelas costascomo já peguei muitas vezes e terminando por pisar em mim ao invés de me ajudar a melhorar, aí desisti. Chutei o balde, briguei uma das últimas vezes com ele, falei o quanto o amava, ouvi o quanto ele me amava, choramos juntos, nos beijamos como da primeira vez e dormimos juntos pela última vez. Juntei as minhas coisas e fui embora dia 26/10/2010. Quando cheguei na casa da minha mãe já estava chorando e falei olhando em seus olhos "mãe, eu tô doente" e ganhei um abraço. Naquele dia implorei a ela que dormisse comigo a noite, não queria enfrentar a noite sozinha e ela me respondeu "O Marcos está aqui. Não posso deixa-lo sozinho.", isso acabou comigo e mais uma vez ela me perdeu, mais uma vez me fechei só pra mim. Passei a semana a ouvindo falar pra eu voltar pra casa do Danilo e, de tanto insistir, voltei, mas não aguentei uma semana e fui embora. Ele quase não acompanhou ou me deu atenção durante a gravidez. Quando passei mal, fiquei sozinha no hospital, ia aos exames sozinha, fiz quase tudo sozinha. Logo depois fomos todos eu,mamãe e Marcos morar com a sogra da minha mãe. Aí o inferno só passou de um lugar para o outro.
Eu não tenho certeza de quanto tempo se passou quando tive a notícia mais chocante até ali. Dentro do banheiro do quarto da minha mãe ela me olhou nos olhos e disse "minha menstruação está atrasada, acho que estou grávida". Como sempre fiz, sorri, acenei e concordei. Só isso. Aí eu me aprofundei mais ainda na vida de Danilo, joguei em cima dele tudo o que deveria ter jogado na lama ou em qualquer outro lugar, menos em um ser humano. Depositei muita responsabilidade em cima dele. Não queria perde-lo. Então comecei a desejar uma gravidez também. Eu queria e não queria ao mesmo tempo. Nunca fui muito responsável com essa coisa de remédio e, pra piorar, tomava tudo junto: anticoncepcional, analgésico, antibiótico... Acho que nenhum deles fazia efeito de verdade. Acabavam se anulando. Quando dei por mim, também estava grávida. Enfrentei a negação, o choro e a depressão sozinha. Não queria dar a mão pra ninguém. Estraguei a vida da única pessoa que estava me ajudando. Ele não aceitava muito bem quando eu contava pras pessoas. Fui morar com Danilo, mas não deu muito certo. Moramos na casa dos pais dele. Eu nunca tinha passado uma vassoura na casa, mal mal arrumava minha cama pela manhã e, se você acha que menstruação dá sono é por que nunca esteve grávida. Eu passei mal metade da minha gravidez e a outra metade dormi! A família dele fez o inferno na minha vida, começando por se meter na minha relação, passando por falar mal de mim pelas costas
A instituição...
Pois bem, no primeiro dia em que pisei na instituição meu pulmão se encheu ardendo pelo medo que sentia de estar em um lugar novo, Fui vítima de bullying durante todo o período da adolescência por não ser magra ou ter cabelos lisos e um sorriso encantador. me dirigi ao local designado com a insegurança batendo na garganta a cada passo que dava, sem ver um rosto conhecido ou simpático onde eu moro as pessoas não são simpáticas para me orientar ou ajudar, mas não me preocupei. Ao fim da primeira semana não me sentia mais tão sozinha, fiz amigos e não precisava mais passar o tempo sozinha, então estava tudo muito bem. E assim passou o primeiro semestre, onde aprendi a beber, alisei o cabelo, emagreci, passei a me vestir um pouco melhor, me fiz outra pessoa e... Reprovei. Pra não passar por tanta humilhação, pra não ter que ver todos indo e eu ficando, fiz o melhor que pude, mudei de curso e dei uma desculpa esfarrapada. Pronto. Minha mãe aceitou, então pra mim estava ótimo. Ao mesmo tempo em que as coisas estavam ruins na faculdade, aos finais de semana elas pareciam piores em casa... Não me envergonho hoje de dizer que meu pai era um alcoólatra e drogado, que ele tinha dupla personalidade e, muitas vezes, machucava a mim e a minha mãe. Até então, eu nunca havia trabalhado, dependia totalmente do dinheiro dos meus pais, que também nunca trabalharam, até hoje não tenho muita certeza do que vivíamos, mas a minha família paterna tinha muita grana e, mesmo querendo, não tinha nenhuma condição de sair de casa. No mesmo ano(claro, segundo semestre e em outro curso já), conheci um cara que trabalhava na instituição e era pouca coisa mais velho do que eu, o nome dele era Danilo e trabalhava como se fosse um instrutor em uma matéria prática. Quando voltei pra casa a noite após o ballet e abri o orkut vi o pedido dele de amizade e aceitei, mas não havia um único recado, por isso logo no dia seguinte puxei assunto com ele sobre isso e assim passamos a conversar. Conversamos pessoalmente, por internet, ele me levava em casa mesmo o caminho sendo totalmente o oposto da casa dele e me fazia rir. Nesse meio tempo me apaixonei, mas tinha medo de contar em casa, pode parecer ridículo, mas existe bullying domiciliar também e eu sofri na pele, além disso por vários outros motivos, passei a me reservar dos meus pais e da minha família, quanto menos soubessem, melhor. Então ele me pediu em namoro e eu o mantive escondido por um tempo. Quando tive coragem de contar a minha mãe, ela mandou que eu não falasse nada para o meu pai e também disse que não parecia que eu gostava desse garoto, então era melhor terminar. E eu terminei. Ele chorou com a grande mentira que inventei e eu chorei por me sentir tão suja.
Mesmo assim, no coração não se manda e, por isso, o Danilo passou seis meses inteiros atrás de mim.Quando um não quer, dois não brigam E eu me entreguei a tudo o que não queria me entregar. Mas, nesse meio tempo, conheci outras pessoas, usei várias delas, fiquei com irmãos, instiguei, mas nunca me deitei com nenhum deles. Viajei, tive duvidas sobre quem eu era, me permiti explorar minha sexualidade e sanidade, só para provar a mim mesma quem eu era. Depois que todas as dúvidas sumiram e tive total controle do meu eu, voltei a namorar Danilo e nessa brincadeira de namorar,mentir de ir pra casa de amigos, de dizer que ia pra aula e aparecer na casa dele, perdi minha virgindade. Veja bem, algumas pessoas tem experiências horrendas com isso, falam como foi horrível e tudo o mais... Pra mim não foi assim, ele foi gentil, carinhoso e paciente. Quando tentou a primeira vez e eu neguei, não forçou a barra, esperou que eu dissesse que estava preparada. E quando eu estive preparada, foi bom. Foi esquisito, diferente, mas não foi ruim. Fez eu me sentir segura, coisa que não sabia nem mais o que era. Naquele mesmo ano eu, Danilo e uns amigos meus e dele também, por meu intermédio combinamos de passar o ano novo em uma casa de praia de um deles, aí bateu a complicação. As coisas entre meus pais estavam mais estranhas do que eu já tinha visto durante toda a minha vida. Falei com minha mãe o que estava planejando e combinamos que para o meu pai eu passaria ano novo com a Sarah, que era uma amiga que o inspirava um pouco de confiança. Pedi a cobertura da própria para isso e a tive sem nem questionar. Iríamos no dia 27/12 e no dia 26/12 teria o churrasco de fim de ano em meu prédio. Chamei todos os meus amigos de faculdade, toda a minha família apareceu e todos se divertiram bastante, foi quando apresentei Danilo a toda minha família. Foi no final da noite que minha mãe, discretamente me puxou para conversar e jogou a bomba na minha cabeça:
"Filha, você sabe que não amo seu pai, não é?"
"Já deu pra perceber, mãe... Você está com outro, não é?"
"Lola, como... Como você sabe?"
"Sei lá... Chute, intuição... Mas, mãe, quem é?"
Minha mãe deu uma risadinha sem graça "Você nunca vai saber"
"Só me diz que não é o Marcos"
"Porque?"
"Ah, mãe, não acredito... O Marcos, meu Deus..."
"Lola, ninguém manda no coração, entende?"
"Ok. Mãe, eu quero que você seja feliz, mais nada. Entende? Se não está feliz com meu pai, é melhor irmos embora. Vou estar do seu lado"
Mas não podíamos ir embora naquele momento. Tínhamos assuntos a resolver, não queríamos sair de mãos vazias de um lugar o qual demos o sangue e a alma para manter. Principalmente a minha mãe que passou por tanta coisa calada. Sofreu tanto sem nunca contar a ninguém por que ou o que estava acontecendo. No mesmo dia que viajei para passar o fim de ano com meus amigos, cobri minha mãe em uma viajem que ela faria com o namorado. Meu pai achava que ela estava indo viajar com a minha avó e eu confirmava isso a cada segundo que falava com ele! Minha mãe passou para me ver antes de ir, ele ia pegar o carro do meu namorado, que também estava encrencado e acobertando tudo. Não durou mais do que dois meses. O casamento da minha mãe, minha vida boa, minha faculdade. Nada durou. Logo após o fim do ano meu pai estava insuportável, cada vez mais violento, cada vez mais ofensivo. Então, durante um episódio em que ele quebrou meu computador e foi violento com minha mãe e comigo, chamei a polícia. Sim, chamei a polícia para o meu próprio pai. E ele me odiou. Eu e minha mãe saímos, Danilo foi nos buscar sem perguntar o que tinha acontecido. Não queria que ele tivesse se metido nessa briga, estava muito envergonhada e chateada, tentei larga-lo várias vezes, mas ele não quis me deixar sozinha em nem um minuto. Aquela noite fomos para a casa da minha avó, contamos toda a história, ou pelo menos uma parte dela. Era hora de se entregar a família, não tínhamos outra solução, hoje eu teria feito diferente... Na semana seguinte, meu pai não queria falar comigo ainda, alugamos uma casa. Saí da faculdade. Fiquei desnorteada. Me apeguei a única pessoa que não parecia apegada a mais ninguém: meu namorado.
Acho que meu maior errou começou aí.
Mesmo assim, no coração não se manda e, por isso, o Danilo passou seis meses inteiros atrás de mim.
"Filha, você sabe que não amo seu pai, não é?"
"Já deu pra perceber, mãe... Você está com outro, não é?"
"Lola, como... Como você sabe?"
"Sei lá... Chute, intuição... Mas, mãe, quem é?"
Minha mãe deu uma risadinha sem graça "Você nunca vai saber"
"Só me diz que não é o Marcos"
"Porque?"
"Ah, mãe, não acredito... O Marcos, meu Deus..."
"Lola, ninguém manda no coração, entende?"
"Ok. Mãe, eu quero que você seja feliz, mais nada. Entende? Se não está feliz com meu pai, é melhor irmos embora. Vou estar do seu lado"
Mas não podíamos ir embora naquele momento. Tínhamos assuntos a resolver, não queríamos sair de mãos vazias de um lugar o qual demos o sangue e a alma para manter. Principalmente a minha mãe que passou por tanta coisa calada. Sofreu tanto sem nunca contar a ninguém por que ou o que estava acontecendo. No mesmo dia que viajei para passar o fim de ano com meus amigos, cobri minha mãe em uma viajem que ela faria com o namorado. Meu pai achava que ela estava indo viajar com a minha avó e eu confirmava isso a cada segundo que falava com ele! Minha mãe passou para me ver antes de ir, ele ia pegar o carro do meu namorado, que também estava encrencado e acobertando tudo. Não durou mais do que dois meses. O casamento da minha mãe, minha vida boa, minha faculdade. Nada durou. Logo após o fim do ano meu pai estava insuportável, cada vez mais violento, cada vez mais ofensivo. Então, durante um episódio em que ele quebrou meu computador e foi violento com minha mãe e comigo, chamei a polícia. Sim, chamei a polícia para o meu próprio pai. E ele me odiou. Eu e minha mãe saímos, Danilo foi nos buscar sem perguntar o que tinha acontecido. Não queria que ele tivesse se metido nessa briga, estava muito envergonhada e chateada, tentei larga-lo várias vezes, mas ele não quis me deixar sozinha em nem um minuto. Aquela noite fomos para a casa da minha avó, contamos toda a história, ou pelo menos uma parte dela. Era hora de se entregar a família, não tínhamos outra solução, hoje eu teria feito diferente... Na semana seguinte, meu pai não queria falar comigo ainda, alugamos uma casa. Saí da faculdade. Fiquei desnorteada. Me apeguei a única pessoa que não parecia apegada a mais ninguém: meu namorado.
Acho que meu maior errou começou aí.
Pilot
Meu nome é Lola Vasquez, tenho 23 anos(em breve 24), sou... Bom não sou nada. Isso mesmo, eu não sou nada. Nada além de uma mulher com meios sonhos realizados, com a vida toda torta. E por isso criei este espaço. Pois bem, minha história não é grande, mas é bem parecida com a sua...
Nasci em um estado diferente ao qual vivo atualmente. Em berço de ouro, tive tudo do bom e do melhor. Roupas, brinquedos, casas... Mas a história começa na faculdade, quandomeus pais minha mãe achou que eu tinha cabeça e maturidade para a vida.
Quando pisei pela primeira vez na faculdade senti que mais uma etapa da minha vida estava concluída, eram novos ares, novas pessoas, uma nova liberdade. Com 18 anos,virgem, longe de casa... Me achei a pessoa mais esperta e independente desse mundo. Como todo adolescente quando alopra longe dos pais. Meus amigos de escola não deixaram de ser meus amigos ou de sair comigo, mas confesso com muita vergonha que os deixei de lado e, várias vezes, ignorei os convites deles de sair. Na escola fui desengonçada, feia, esquisita e na faculdade podia ser quem eu quisesse, podia escolher, tinha esse direito. Nessa brincadeira me lembrei da diversão e esqueci dos estudos. Durante seis meses joguei fora o dinheiro dos meus pais e fui fundo nas farras universitárias. Eu era descolada e quem eu queria sempre me queria também. Brinquei com metade das pessoas que consegui e a outra metade humilhei ou simplesmente desapareci. Coração é terra que não se pisa Eu sei, tenho consciência que não deveria ter feito nada parecido, mas não consegui parar, era como um vicio idiota...
Nasci em um estado diferente ao qual vivo atualmente. Em berço de ouro, tive tudo do bom e do melhor. Roupas, brinquedos, casas... Mas a história começa na faculdade, quando
Quando pisei pela primeira vez na faculdade senti que mais uma etapa da minha vida estava concluída, eram novos ares, novas pessoas, uma nova liberdade. Com 18 anos,
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